Quem sou eu

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Uma pessoa especial e abençoada, tenho uma familia maravilhosa que eu amo do fundo do meu coração. Faço o que gosto e acredito, gosto do que faço, sou muito feliz em poder compartilhar com as pessoas tudo aquilo que sei, meus valores, conceitos ideias e ideais. Psicóloga Clínica, Psicoterapeuta Junguiana, Psicopedagoga, Orientadora profissional, interessada em divulgar idéias, trocar experiências profissionais, aprender e reciclar.

sábado, 30 de março de 2013

Como podemos vencer na vida...


Todos precisam se organizar criar metas e objetivos para poder chegar a algum lugar.
Quem não sabe o que quer não chega a lugar nenhum.
            O homem precisa dar um sentido a sua vida, criar um caminho, um horizonte para poder evoluir tanto profissionalmente como em outras áreas do comportamento humano, tais como: área afetiva- emocional e social, que estão interligadas a sua auto-estima.
            Não dá para ser feliz se você não acredita no seu potencial, nas suas realizações, se você não está bem emocionalmente, se seus relacionamentos estão truncados. Para que as coisas aconteçam você primeiro precisa ACREDITAR naquilo que você quer e no que você pode fazer. Não existe sorte e milagres, tudo são resultados de muito esforço e dedicação.
Viver é ter um conjunto de comportamentos e atitudes que podem favorecer ou prejudicá-los na vida.
            Sucesso no meu ponto de vista está vinculado ao seu esforço e  organização,  criar metas e objetivos é imprescindível .  Quanto mais próximas forem as metas da sua realidade mais fácil de atingi-las.
Como estabelecer metas?  
·         Nada pode ser muito exagerado e intenso, porque se corre o riso de se perder o interesse;
·         Nem muito pequeno, porque se corre o risco de desvalorizar o objetivo;
·         Precisa ter metas e objetivos claros e definidos; ( precisa saber onde quer chegar, se não vai para qualquer lugar, ou não sai do lugar...)
·         Precisa ser concisa e coerente;
·         Precisa estar dentro das suas possibilidades;
·         Precisa de prazos determinados conforme o seu empreendimento e disponibilidade;
 
            Por que é tão difícil trabalhar em cima de metas?
·         Porque as pessoas têm medo de correr riscos, (é um salto no escuro) significa aprender trabalhar e lidar com sentimentos de frustração, depressão, desânimo, sensação de impotência/ prepotência...;
·         Significam mudanças, pessoais, profissionais, emocionais;
·         Significa transformação; 
·         Significa medo de trabalhar também com a possibilidade do dar certo, e aí o que eu faço com o que vem depois..., de não saber como agir com o sentimento de satisfação que vem junto com o sucesso, representa trabalhar conflitos...,
·         Significa não dar crédito para o pessimismo que ocorre na maioria das pessoas quando percebem que vão ter que se esforçar muito para darem certo (dá trabalho); 
·         Significa acreditar no seu potencial...
·         Representa trabalhar os medos, será que você quer?
O medo faz parte da VIDA, ele precisa existir é o seu referencial, ajuda VOCÊ escolher o caminho mais correto. O que você não pode é deixar ele dominar suas atitudes e decisões e direcionar de forma negativa a sua vida.
                        Como  conquistar as metas?
·         Nunca desistir no primeiro obstáculo;
·         Perseverança é a palavra chave;
·         Olhar para as dificuldades como um novo desafio e nunca como um obstáculo;
·         Acreditar, acreditar, sempre acreditar... você esta aqui para aprender e refazer, criar, renovar e reciclar.
 
cmha/março/2013
 
 

terça-feira, 5 de março de 2013

 

Espiritualidade entende-se como o envolvimento do homem com seus sentimentos mais profundos de amor e respeito. O acreditar em algo maior, em um Deus, para mim, vai além do conceito de religião. Envolve um sentimento puro de amor ao “Si mesmo” e ao próximo que não precisa exatamente estar vinculado a uma entidade religiosa.

A Psicologia precisa da espiritualidade, sendo que a “espiritualidade está vinculada a tudo que é de natureza subjetiva do ser humano no seu aspecto psíquico, não material, transcendentes às concepções físico energéticas, distanciado do causalismo fisiológico,muito embora interferindo nele” Adenáuer Novais.

Copiei esta frase do artigo anterior, ESTÁ NO ESTUDO DA PSICOLOGIA E ESPIRITUALIDADE de Adenaúer Novais, ela explica como entendo espiritualidade.
            Percebo que hoje em dia existe uma competição velada entre os grupos religiosos, cada um deles quer puxar a sardinha para o seu prato, mas não é bem assim, falar de espiritualidade é entender o que entendemos como sagrado.  Sagrado não é religião. A religião é uma forma, um veículo que você tem para  expressar como  entende o sagrado.
 A espiritualidade envolve a percepção do espírito. A espiritualidade permite a compreensão mais humanizada da natureza essencial da alma.

Entendo que a psicologia estuda o comportamento do ser humano, sua essência que busca a interação com seu EU maior “SELF”, para que tudo possa acontecer é preciso entender que existe dentro de cada um a essência.  Sua essência, que no meu entender vai sendo desenvolvida durante várias encarnações se assim pode-se dizer, o homem está evoluindo no tempo e trás consigo nos seus genes  resquícios de gerações passadas... Aí podemos entender os arquétipos, que são conceitos e valores psicológicos e sociais herdados. “Possibilidade herdada das idéias” elementos primordiais da estrutura da psique humana.
“O caminho da iluminação tem um paralelo direto com a busca do Self (Eu maior) com a terapia, com o conhecimento do Si mesmo. A busca do seu Deus interior. Pressupõe a descoberta individual dos seus limites, das suas dificuldades, da forma como cada um pode transformar sua vida. É Se perceber e se corrigir dentro dos seus próprios valores, daquilo que lhe é peculiar. É uma renovação do velho, do que herdamos e trazemos conosco no nosso processo de evolução.” Adenauér Novais.

Falar de espiritualidade é muito complexo, desde que o mundo é mundo existe divergências de idéias, porque falar da espiritualidade envolve conceitos desconhecidos, não reais, que pertencem ao imaginário “DEUS” um ser criador do Céu e da Terra, que nunca foi visto, que nunca foi registrado como real, só na história bíblica. Segundo o espiritismo “DEUS é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas”. Entender e aceitar estes conceitos, é como acreditar na fantasia, no desconhecido, no não palpável, envolve FÉ.
E cada pessoa tem a sua...

Por isso esse tema é muito discutível, não existe o certo e o errado, existe o que você acredita como certo, aquilo que sua alma entende como possibilidades, aquilo que faz você ter  “FÉ”.

O homem precisa acreditar em algo, precisa entender que existem coisas que não têm explicações, que merecem ser respeitadas na sua forma de entender. Aceitar o desconhecido é aceitar seu EU INTERIOR, somos feitos a sua imagem e semelhança...

Cmha/ março/2013

 

 

domingo, 3 de março de 2013


Uma reflexão sobre Psicologia e Espiritualidade   (nº1)


Psicologia é a ciência que estuda o comportamento do ser humano, que considero a ciência da alma, mesmo porque podemos entender que o homem é produto do conjunto de corpo/mente/alma (espírito). Já faz alguns anos que a Psicologia é vista de uma forma mais ampla e estudada além do físico.

Em todos estes anos desde o aparecimento inicial do estudo da psicologia foram desenvolvidas várias teorias que vem sendo registradas dentro das suas respectivas escolas tais como: a teoria Comportamentalista, o Behaviorismo, a Gestalt, a Psicanálise desenvolvida por Freud a Psicologia Analítica desenvolvida por Jung...,  escolas que estudam as relações do ser humano com seu meio ambiente e com tudo que os cerca, procurando entender e investigar como percebem e que significado dão para as coisas que os rodeiam.

            Essa ciência vem se desenvolvendo gradativamente, avançando na descoberta dos fatores estruturais da psique. Hoje em dia temos novas escolas como: Psicologia Humanista e Psicologia Transpessoal.

            A Psicologia Transpessoal  procura entender o homem além do plano físico  em todas as dimensões, mesmo assim estamos muito longe de entender a natureza essencial da alma humana criada a imagem e semelhança de Deus.

Acredito que somos pessoas especiais e que temos a responsabilidade de valorizar a nossa essência. Quando trabalhamos os nossos conteúdos conscientes temos que entender que ele também está carregado de conteúdos inconscientes; além do físico, são os arquétipos, conceitos herdados além vida, conteúdos frutos de uma vida consciente que não cabe na nossa consciência e podem ser provenientes de outras vidas que não a atual, provenientes da memória perispiritual e o aprendizado do espírito.

Consigo entender que existe várias formas de interpretar   espiritualidade. Vejo religião como manipulação política religiosa. Entendo desta maneira porque observo existe uma competição velada entre os diferentes grupos religiosos.  “Eu sou a verdade”( ?)
 
. Espiritualidade entende-se como o envolvimento do homem com seus sentimentos mais profundos de amor e respeito. O acreditar em algo maior, em um Deus, para mim, vai alem do conceito de religião.  Envolve um sentimento puro de amor ao Si mesmo e ao próximo que não precisa exatamente estar vinculado a uma entidade religiosa

A Psicologia precisa da espiritualidade, sendo que a “espiritualidade está vinculada a tudo que é de natureza subjetiva do ser humano no seu aspecto psíquico, não material, transcendentes às concepções físico energéticas, distanciado do causalismo  fisiológico,  muito embora interferindo nele” Adenáuer Novais.

 
Cmha/março de 2013

 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013


 
Ø BRINCANDO E EDUCANDO
“A criança, é um ser em criação. Cada ato é para ela uma ocasião de explorar e tomar posse de si mesma; ou, para melhor dizer, a cada extensão a ampliação de si mesma. E esta operação, executa-a com veemência, com fé: um jogo continuo. A importância decorre de conquista em conquista, uma vibração incessante.”  (Montessori)
A criança é um ser essencialmente lúdico. Tudo para ela é motivo de brincar. O brinquedo faz parte da sua vida, do seu interesse pessoal, do seu desenvolvimento físico/motor, emocional, social e cognitivo.        

Brincando ela aprende relacionar-se, brincando ela aprende a raciocinar, brincando ela aprende a se conhecer, saber do que gosta e do que não gosta, do que consegue realizar.

É pulando, correndo, nadando, fazendo exercícios que estimulam o seu desenvolvimento físico que ela cresce.
É rasgando, desenhando, pintando, pegando as coisas, costurando, amassando, modelando que ela vai conseguir aprimorar sua coordenação e se preparar para alfabetização.

Seu mundo é fantástico cheio de imaginação, consegue entrar e sair das histórias, criar e recriar. Sua alma é livre de pré conceitos, brinca com qualquer criança, seja pobre, rica, branca, negra, não faz discriminação.

A criança precisa do brinquedo, do lúdico, mas nem sempre encontra isto em casa, seus pais na maioria das vezes estão cansados, preocupados, desgastados depois de um dia de trabalho.

O que geralmente acontece por falta de interação corpo a corpo, os pais compram brinquedos para substituir as faltas, brinquedos modernos, de alta tecnologia, achando que assim conseguem suprir o brincar.
Enganam-se quem pensa desta forma, a necessidade da criança é primitiva e primordial, precisa do contato, do interesse, da participação. Faz questão do prazer, relações que constituem a essência psicológica da criança.

Quem não se lembra das brincadeiras de roda, passa anel, pula corda, amarelinha, pula mula, bolinha de gude...
Quem não brincou de casinha, de escolinha, de  médico, de carrinho, de super heroi ...

Estas são algumas  das lembranças agradáveis que nos faz retornar a infância, onde tudo era possivel, onde a nossa fantasia rolava solta, onde tudo era alegria e o mundo era cor de rosa.

Dentro do histórico de cada um sempre existe boas recordações desta épocal. Foi brincando que crescemos e nos torna-mos responsáveis. A recreação, o brinquedo, os jogos e fantasia, são formas saudáveis de aprender. Para criança brincar é coisa séria, tão importante quanto seu alimento, seu descanso. É através das brincadeiras que ela se solta e trava conhecimento com o mundo.

SOLTE SUA CRIANÇA INTERIOR, seja mais feliz sem ser irresponsável.

 Cmha/ fevereiro 2013

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Emoções e temperamentos...


 
                         TODO CORAÇÃO É VOLÚVEL no bom sentido, ama e odeia ao mesmo tempo, está sempre envolvido com alguma coisa procurando boas novidades...

              Gosta de movimento, não dá para ficar parado. É agitado e emotivo, RI,    CHORA, DESPREZA,  ACALENTA... É um turbilhão de sentimentos misturados. O homem precisa das emoções para sentir-se VIVO .
 
             Aí eu pergunto... Por que as emoções estão ligadas simbolicamente  ao coração, porque o coração PULSA e quando o coração "PARA" o homem morre. Quando o homem não vive emoções é como se ele estivesse morto por dentro.

              Que bom que somos desta forma, só assim podemos descobrir o que sentimos e sempre renovar os sentimentos.  O nosso coração é regado de energia, bate descontroladamente, avisando que está vivo e inteiro o tempo todo.

            A beleza dentro de cada pensamento e sentimento é uma fonte de energia e segurança, proteção e força. É muito importante sentirmos emoções, sem elas não nos reconheceríamos e nem conseguiríamos nos sentir seguros.

          Compreender, entender, sentir e viver os sentimentos que transbordam em emoções é necessário, não dá para renegá-las. AS EMOÇÕES são fundamentadas em nossa percepção, se movimentam conforme o que conseguimos entender e significar...  "Constituem algumas das experiências mais fundamentais do no EU."   Só conseguimos construir boas atitudes se aprendermos lidar com as emoções...  LIDAR  com as emoções significa compreende-las e ajustá-las. 

           As nossas emoções estão diretamente vinculadas aos sentimentos que  desencadeiam reações, que vai depender do tipo de temperamento que cada pessoa tem ou desenvolveu. Tem momentos que as pessoas são  mais agressivas, com atitudes mais impositivas,  mais impulsivas. Isto significa que o seu envolvimento é maior,  a pessoa está mais sensível as emoções.  Quando a pessoa está mais distantes dos sentimentos, não existe um maior envolvimento, o vínculo não está totalmente formado,  as emoções são mais superficiais,  mornas, mais lentas, quase inexistentes. Costuma-se dizer que o acontecimento não o afetou, não lhe diz respeito...  É como se olhasse os acontecimentos com um binócolus .

           Falar de emoções é falar simbólicamente do que o coração sente, do que o coração entende, do que o coração consegue identificar... 

          Por que CORAÇÃO... PORQUE é o orgão que mais se aproxima das emoções ELE  pulsa... GERA VIDA, movimento, ação.
cmha/ fevereiro 2013
 

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Reflexões...


 

Reflexões...
Alegria... Alegria... Feriado de carnaval, comemoração que teve origem na Grécia antiga meados de 600 a 520 A.C com objetivo de homenagear os Deuses em agradecimento a boa colheita pela sua fertilidade e produção.
Muito antigamente as festas do carnaval eram marcadas por grandes comemorações, onde se comia e bebia exageradamente e se participava de alegres celebrações em busca de incessantes prazeres.
Com o tempo os objetivos foram mudando, assim como as celebrações, no tempo da escravidão a comemoração durava  sete (7) dias, os escravos tinham liberdade para se divertirem, suas atividades eram suspensas. As evidências morais eram relaxadas. Nestas festas as pessoas trocavam presentes, era uma festa grande festa popular, que na Grécia se incorporava ao baile de mascaras.
Houve um período em que a igreja também se orientava pela festas do carnaval para demarcar a quaresma (40 dias de jejum), período  de privações que começou no sec. XI, com a implantação da Semana Santa pela igreja católica, como ainda acontece atualmente, que um período de reclusão, de renovação espiritual.
Muitas pessoas celebram a vida dentro das festividades carnavalescas, períodos do carnaval que celebra as festividades relacionadas com os deleites e prazeres da carne, enquanto outras pessoas recriminam as mesmas festividades pelos mesmos motivos... (visões e valores diferentes)
Tudo neste período é muito intenso, é quando as pessoas se doam, interagem, se relacionam, enquanto outras se fecham, se isolam, fazem retiro espiritual, tudo com o mesmo objetivo, celebrarem a VIDA. Não é necessário esperar o carnaval para podermos nos soltar e sermos felizes. A felicidade cabe na vida das pessoas todos os dias.
Mas... O carnaval é a expressão máxima da alegria, é uma grande celebração, pena que às vezes as pessoas se perdem no objetivo, exageram de tal maneira que desrespeitam aquilo que está sendo homenageado, a alegria do estar vivo.
A alegria cabe na vida das pessoas todos os dias, todas as horas, precisamos nos sentir felizes para darmos vazão aos nossos sentimentos... Para realizarmos coisas diferentes... Para nos sentirmos inteiros e verdadeiros.
Não existem só alguns dias para darmos vazão aos sentimentos de alegria, mas, uma vida inteira... Pensa nisso e seja muito, mas muito feliz todos os dias. Solte a sua criança interior, brinque, sinta-se  muito bem...
 
cmha/ fevereiro 2013
 
                                                            


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013


No mundo da lua...

Titulo muito sugestivo, lembra pessoas que estão sempre fora do foco, tem uma grande dificuldade de manter atenção, concentração. São pessoas borboletas ou beija flores, sempre voando de flor em flor.
São pessoas que nunca estão totalmente presentes no que estão fazendo, independente da ação. Na maioria das vezes são pessoas inquietas, desassossegadas, detestam coisas monótonas e repetitivas.  Essas pessoas podem passar uma vida inteira com estes sintomas sem se darem conta que são portadores da TDAH (transtorno do déficit de atenção com hiperatividade).

Esse transtorno se torna decididamente um transtorno que precisa ser diagnosticado e tratado. Trás muita ansiedade e angustia para os portadores destes sintomas. Normalmente quem diagnostica é o médico e o psicólogo.
A criança que apresenta o “sintoma - TDA” tem grande dificuldade de concentração, conseqüentemente não se desenvolve muito bem na escola.

·         Não consegue ficar sentada por muito tempo, está sempre circulando, mexendo com os amiguinhos;

·         Tem uma incrível dificuldade de seguir instruções até o fim, ou terminar as tarefas;

·         Não escuta o que o outro está falando porque faz duas ou três coisas ao mesmo tempo, sua atenção é diversificada.  O marido não consegue prestar atenção no que a esposa está contando ou falando, sua atenção está divida, direcionada para  várias coisas diferentes;

·         A criança consegue perder os materiais para realizar as tarefas;

·         Não prestam atenção no que estão fazendo, literalmente estão NO MUNDO DA LUA.
 
Quando além do Déficit de Atenção tem também hiperatividade as coisas ficam ainda mais difíceis. Elas são:


·         Mais agitadas, inquietas e irrequietas, se mexem o tempo todo no berço, na  cadeira;

·         Não conseguem permanecer sentadas por muito tempo;

·         Gostam de correr e escalar as coisas o tempo todo;

·         Não conseguem brincar normalmente com outras crianças, está o tempo todo querendo trocar de atividade;

·         Parece ser “elétrico” e ligado na tomada, a “mil por hora”;

·         Costumam responder as perguntas mesmo antes de elas serem concluídas;

·         Interrompem as pessoas o tempo todo se intromete na conversa dos outros sem serem chamados;

O mais importante é conseguir perceber e diagnosticar que existe alguma coisa diferente com seu filho, aluno, visinho, amigo....
Este tipo de comportamento pode ser diagnosticado desde a mais tenra idade, ( sono agitado, choro fácil, intensa movimentação) Os pais conseguem perceber a criança mais agitada, não para, está sempre se mexendo, chorando, chamando atenção é uma criança que apresenta  o sintoma de irritação com facilidade.

É complicado conviver com estes tipos de sintomas, as crianças ficam mais irritadas, mais agressivas. Por isso sempre que possível levar a um especialista que possa ajudar melhorar os sintomas e dar qualidade de vida para a criança e para a família.
Cmha/ fevereiro 2013

 

 


sábado, 26 de janeiro de 2013


 
Agressividade....

 
 
 
Falar de agressividade parece fácil, mas não é tudo depende muito do ângulo que você foca.
Entendo agressividade como uma forma de  “AÇÃO”  sem ela tudo  ficaria  parado no tempo.  A agressividade faz com que você levante e tome uma atitude, que não necessariamente precisar ser uma atitude agressiva.  Mas se você não tiver esta agressividade não consegue agir, não consegue fazer coisa alguma, não consegue tomar uma atitude, fica parado no tempo e no espaço. A agressividade positiva é que movimenta o mundo, ela é a mola mestra do desenvolvimento  psicossocial, desencadeia mudanças e transformações, é o eixo mestre da evolução.

Mas não é esta agressividade que as pessoas pensam quando falamos dela.
A tão famosa agressividade que as pessoas recriminam tem haver com uma atitude agressiva, aquela que agride e machuca, tanto fisicamente como verbalmente. A agressividade que hoje em dia aparece muito nos noticiários de televisão, jornais e revistas. As pessoas estão mais irritadas, mais tensas, mais estressadas, então descarregam sua energia negativa de um modo cruel e desnecessário.  Agem impulsivamente sem pensar no que estão fazendo. Utilizam esta agressividade para intimidarem as pessoas.

Essa agressividade é muito feia, não deveria existir, traz conseqüências desastrosas, machuca as pessoas,  magoa, desencadeia ressentimentos, angustias, vinganças ...  Mesmo assim quando falamos em agressividade é a primeira coisa que vem no pensamento, porque o que registramos com mais intensidade são as coisas negativas da vida.
Mas como na vida tudo tem os dois lados sabemos que ela precisa existir, o que nós dentro do bom senso podemos fazer é procurar o equilíbrio, o caminho do meio. Não dá para negar; faz parte dos nossos conteúdos internos, nossa personalidade,  temos que integrar.

O mundo no qual nós penetramos pelo nascimento é brutal, cruel e, ao mesmo tempo, de uma beleza divina. (Pensamento Jung)

Se pensarmos nesta frase, podemos mudar tudo aquilo que não concordamos, somos filhos do criador, podemos fazer a nossa vida mais suave, mais bonita, e menos agressiva. Não devemos esperar que os outros  mudem, podemos e devemos começar a transformação pessoal e social.

Cmha/ janeiro 2013

 







sábado, 19 de janeiro de 2013

Falando de Temperamentos...


              São atitudes e formas de conduzir sua vida. O temperamento é uma forma de reação emocional com alteração de humores perante a determinados tipos de acontecimentos do seu dia a dia. Essas reações podem ser fortes ou fracas, próximas ou distantes, vai depender muito da sua personalidade e seu jeito de ser, do que aprendeu (valores). Existem quatro tipos básicos de temperamentos que descrevo abaixo:
1.Temperamento sanguíneo

 
A pessoa apresenta um jeito impulsivo e explosivo de ser ( o sangue ferve ), mas ao mesmo tempo é uma pessoa expansiva e otimista, alegre,  acredita na vida e vai em busca de novas alternativas, nunca se desanima, vai sempre em busca de novos objetivos.
 


2.Temperamento Fleumático


É uma pessoa de muita fleuma, doce e calma, sonhadora e pacífica. Mas ao mesmo tempo é uma pessoa presa há habitos, distante das paixões, não costuma diversificar suas atitudes, gosta sempre das mesmas coisas tem medo do desconhecido. É uma pessoa sossegada e espera as coisas acontecerem



3.Temperamento colérico

É como o nome já denomina, tem reações explosivas e abruptas (agressivas), é uma pessoa muito ambiciosa e dominadora, geralmente não mede a consequência das suas atitudes, age primeiro pensa depois. Geralmente está envolvida em encrencas, tudo não está certo, vive arrumando confusões.


4.Temperamento melancólico


Que demonstra tristesa e solidão, com tendência ao pessimismo e depressão,
apresentando sempre sentimentos de rancor e angustia é nervoso e excitável.
Normalmente o melancólico é uma pessoa pessimista, não acredita no seu poder interior ( seu potencial ) tem baixa auto estima.


                Estes são tipos diferentes de temperamentos, nós possuimos sempre um tipo de temperamento predominante, que é mais forte dentro da nossa caracteristica de personalidade, mas isto não significa que não podemos ter outras atitudes que não sejam do nosso temperamento predominante.

                O bom senso diz que precisamos aliar o útil ao agradável, isto em outras palavras quer dizer que, em cada situação precisamos saber agrupar sensações, sentimentos e agir conforme o que a situação exige, temos que saber equilibrar os temperamentos e fazer uso de cada caracteristica a nosso favor, aprender a utilizar as qualidades e se desfazer dos defeitos que podem nos atrapalhar socialmente. Parece fácil, mas não é, exige de nós muito investimento pessoal. Podemos e devemos melhorar sempre, sabermos nos comportar dentro do nosso núcleo social, somos pessoas inteligentes, devemos nos ajustar sempre sem perder a nossa essência.

cmha/janeiro 2013

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Novos filhos / novos pais...

             Hoje em dias as coisas mudaram e muito, estamos vivendo uma inversão de valores em se falando de educação, o que observo é que, quem manda em casa atualmente são as crianças, eles querem, exigem, comandam...

             As coisas estão muito diferentes em se tratando de educação, os pais estão mais perdidos, não sabem mais como agir, se sentem coagidos pelos filhos, que de certo modo comandam a familia.Tudo atualmente está sendo pensado para eles, sendo feito do jeito deles, é só as crianças fazerem show que tudo acontece.  É muito estranho pensar educação por este prisma, mas para muitas familias é assim que funciona.

            A partir do momento em que os pais não estão mais tão presentes na educação dos filhos, estão mais compromentidos com suas atividades pessoais, quando tanto o pai como a mãe trabalham fora, deixam a educação para terceiros, pessoas diferentes como avós, tios, babás, empregadas... etc, tudo mudou, ficou mais difícil e complicado.

            As mães  sentem-se  CULPADAS por estarem ausentes, por não presenciarem o crescimento dos filhos, por não acompanharem as crianças em suas atividades diárias.

           Isto não acontecia  no tempo da vovó, tudo era diferente, a educação era delegada às mães, elas que tinham a obrigação de cuidar dos filhos. Este era o papel do feminino, enquanto o Pai era o provedor,o papel do masculino, mas o que não acontece hoje em dia, são as mães na maioria das vezes trabalhando fora para ajudar o pai financeiramente, então quando chegam em casa são muito permissivas, deixando as crianças mais soltas, mais exigentes, mais manipuladoras e tiranas, tudo por causa deste sentimento de culpa, por acharem que "eles" seus filhos, ficam muito tempo sem "eles" os pais, então ficam com "pena" deles e de si mesmos, consequentemente deixam as crianças fazerem tudo que acham que devem fazer, não conseguem colocar limites, e quando os colocam estes  são muito flexiveis.

           Estes pais permitem que os filhos escolham o que querem fazer, o que querem comer, vestir, ver na televisão... Deixam por vezes as decisões nas mãos das crianças que ainda não têm o bom senso da escolha. Por isso muitas vezes vemos filhos gritando com os pais, exigindo coisas, manipulando situações, decidindo coisas, tomando atitudes que acham importantes,  se intrometendo em situações que não lhe dizem respeito.

          Não existe mais o papel da Autoridade dos paispapel este inerente aos pais e educadores, parece que ficou perdido no tempo e no espaço. O que observo e percebo é que poucos pais sabem fazer uso dessa autoridade com naturalidade, sentido-se mal como educadores quando precisam utilizar os recursos dos limites. Parecem que  sentem-se castigados, ao invez de castigarem, sofrem mais que os próprios filhos e para evitar esta dor, relaxam e deixam para lá.

 
         Os pais por não estarem presente em tempo integral na vida das crianças, determinando e comandando o que eles podem ou não fazer, se sentem perdidos, com medo de estarem errando e serem cobrados pelos próprios filhos. Isto gera insegurança e medo, e por fim têm a necessidade de compensar sua ausência deixando os filhos fazerem o que querem, MAS ESTÁ ERRADO QUEM AGE DESTA FORMA, estão criando pequenos monstros cheios de desejos e angustias, comportamento este que acarreta ANSIEDADE FAMILIAR. Se cada um assumir o seu papel as coisas ficam diferentes e as crianças mais crianças.

        Podemos entender simbólicamente que a família atualmente é um navio sem comandante, navegando a esmo, está mais do que na hora de rever conceitos e valores, assumir o leme, só assim podemos contribuir para uma sociedade mais educada e equilibrada.

          AS CRIANÇAS AGRADECEM É MUITA
        RESPONSABILIDADE PARA ELAS.

cmha/janeiro 2013

            

Você que é um profissional atualizado e trabalha com  avaliação Psicológica, Psicopedagógica,  Neuropsicológica, não pode perder está oportu...

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