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Quem sou eu
- Clélia Marilia Heusser Azeredo
- Uma pessoa especial e abençoada, tenho uma familia maravilhosa que eu amo do fundo do meu coração. Faço o que gosto e acredito, gosto do que faço, sou muito feliz em poder compartilhar com as pessoas tudo aquilo que sei, meus valores, conceitos ideias e ideais. Psicóloga Clínica, Psicoterapeuta Junguiana, Psicopedagoga, Orientadora profissional, interessada em divulgar idéias, trocar experiências profissionais, aprender e reciclar.
segunda-feira, 8 de julho de 2024
segunda-feira, 20 de maio de 2024
Auto estima infantil
Auto estima
é um tema importante para ser trabalhado, ele compromete o desempenho da
criança no seu dia a dia.
A criança
quando se sente rejeitada pelo social, desenvolve baixa auto estima, seu
emocional fica abalado e tudo na vida da criança parece desabar.
A familia é
muito importante neste momento, precisa ajudar a criança a melhorar sua
autoestima, e existe pontos importantes a serem trabalhados de forma coerente,
consistente e amorosa que pode ajudar a criança a se perceber diferente e
melhor.
Neste
pôster abaixo mostro como trabalhar a criança para aumentar sua autoestima.
quarta-feira, 24 de abril de 2024
Falar de símbolos e arquétipos é falar do inconsciente coletivo, que Jung compara como o ar que respiramos, ele diz que é mesmo para todos em todos os lugares, mas não pertence a ninguém.
Arquétipos fazem parte do inconsciente individual que resulta
da experiência ancestral da espécie, material psíquico que não provém da
experiência pessoal. Pensamento universal. Um exemplo típico é Adão e Eva que
representa a origem da vida, e o “par perfeito”, conforme a interpretação de
cada um.
Podemos entender que o ser humano na maioria das vezes busca
o par perfeito, inconscientemente associado a imagem ancestral de Adão e Eva.
Assim como a busca das almas gêmeas, o par perfeito.
Todo arquétipo pode ser positivo ou negativo, como por exemplo o príncipe da Branca de Neve, com o cavalo branco e tudo mais, com medo que este vire um sapo, ou se finalize como o romance de Romeu e Julieta.
Símbolos, eles podem ser pessoais ou coletivos, sendo que
Jung se interessou mais pelos coletivos como por exemplo a estrela de Davi, a
Cruz entre outros, principalmente os religiosos. Temos como exemplo Nossa
Senhora, mãe protetora universal.
Os símbolos podem ser nomes, imagens familiares, entre
outros, que possuem um significado obvio, conhecido universalmente.
Um exemplo muito conhecido é o nome de Jesus, que não é apenas mais um nome, mas tornou-se um símbolo, por vem carregado de muitas outras coisas, mesmo para quem não é cristão, todos conhecem sua representação, traz um aspecto inconsciente, que não pode ser definido ou exemplificado plenamente. Assim são os símbolos, algo dinâmico e vivo que vai além do inconsciente, que também podem ser encontrados nos sonhos como uma representação individual ou coletiva.
Clélia Marilia Heusser Azeredo -
CRP 11.474 / ABPp 13.503
Psicoterapeuta Junguiana - Neuropsicóloga - Psicopedagoga
quarta-feira, 6 de setembro de 2023
pensamento do dia!
Bom dia!!!
"Uns sapatos que ficam bem numa pessoa são pequenos para uma outra; não existe uma receita para a vida que sirva para todos.
Carl JungFaça do seu dia um dia melhor!!! cheio de alegria e novas oportunidades!!! Deus lhe abençoe, hoje e sempre.
sexta-feira, 1 de setembro de 2023
O Ego é muito importante
para o individuo, porque representa a sua consciência, aquilo que você sabe e
registrou como certo ou errado.
Mas, não podemos esquecer que ele é uma pequena parte da psique, onde está contido no Si mesmo (totalidade).
Quando nascemos o Ego ainda não está totalmente estruturado, apenas existe e à medida que vamos nos desenvolvendo, vai sendo construído, ele passa tomar consciência do Eu, se separando do Si mesmo.
O nosso inconsciente está
presente em nós segundo Jung, desde muito antigamente (arquétipos), é a nossa
herança psicológica, o que herdamos dos nossos antepassados e tudo que neles
existia.
À medida que o Ego vai sendo construído, acha que é dono da verdade, e que pode absorver tudo que existe no Si mesmo, mas, isto é impossível, aí entendemos que o Ego está inflado, orgulhoso, presunçoso, cheio de si.
Tudo isso acontece na fase adulta, enquanto não trabalhamos os nossos conteúdos internos. A medida que vamos amadurecendo, enfrentando nossos desafios, trabalhando nossos conteúdos internos, possibilitamos a integração, sendo entendido como a busca da totalidade, mas, isto não significa que seja fácil ou que conseguimos realizar os nossos objetivos.
Somos todos uma incógnita,
buscando nossa realização pessoal e espiritual. Buscamos o entendimento da
nossa vida interior, que vem como realização pessoal, profissional e
espiritual.
Podemos explicar a evolução (?)
com o estudo do mito de Adão e Eva, que fiz sobre os conceitos em questão e que vou descrever
abaixo:
O mito de Adão e Eva
descreve de forma simbólica a separação do Si mesmo do Ego.
Se entendermos que quando
Adão e Eva vivem no jardim paradisíaco na inocência do conhecimento, estado de
inflação, enquanto não transgridem as
regras colocadas pelo criador, que
proíbe comer o fruto da árvore do bem e
do mal, neste momento estão vivendo dentro do Si mesmo junto com Ego de maneira
integrada.
Mas, quando Eva come e
oferece o fruto proibido para Adão que coniventemente experimenta do fruto da
árvore do bem e do mal (conhecimento), o casal toma consciência que estão nus,
conseguem visualizar a realidade.
É onde começa a separação do
Ego do Si mesmo, entendendo que o Si mesmo seja a condição original – HARMONIA
/ UNIDADE/ PERFEIÇÃO/ VIDA PARASIDIACA, alienação da realidade.
Quando o divino castiga Adão e Eva, está revoltado com sua criação, porque os olhos foram abertos. O divino entende que eles agora são semelhantes ao criador, que entendo como iguais na percepção do todo, então para que não se tornem eternos comendo do fruto da árvore da vida, ele os expulsou do paraíso.
Essa é uma
interpretação psicológica do Mito Adão e Eva.
CRP 11.474 -
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023
Avaliação
Neuropsicológica ou cognitiva
Consiste em
um diagnóstico voltado para as funções mentais, como percepção, atenção,
memória, linguagem, raciocínio lógico.
São funções
primordiais para o bom desempenho social. Seu principal objetivo é investigar
estrutura e funcionamento cerebral.
A avaliação é
realizada por um profissional especializado em Neuropsicologia, realizado por meio de testes que vão observar e validar
o bom desempenho das funções cerebrais.
Normalmente quem solicita são os médicos e ou
outros profissionais que percebam alguma dificuldade no desempenho da criança,
adolescente, adulto e idoso, por diferentes motivos.
Serve para
avaliar as funções cerebrais e quais habilidades estão prejudicadas, auxiliando no
diagnóstico das dificuldades neuropsicológicas e dos transtornos mentais.
Clélia Marilia Heusser Azeredo
Psicóloga Clinica, Psicoterapeuta Junguiana
Neuropsicóloga & Psicopedagoga.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2023
Brincando e Educando
A criança é um ser essencialmente lúdico. Tudo para ela é motivo para brincar. O brinquedo faz parte da sua vida, do seu interesse pessoal, do seu desenvolvimento físico/motor, emocional, social e cognitivo.
Brincando ela aprende relacionar-se, brincando ela aprende a raciocinar,
brincando ela aprende a se conhecer, saber do que gosta e do que não gosta, do
que é capaz e do que consegue realizar.
É pulando, correndo, nadando, fazendo exercícios que estimula o seu
desenvolvimento físico, é que ela cresce. É rasgando, desenhando, pintando,
pegando as coisas, costurando, amassando, modelando que ela vai conseguir
aprimorar sua coordenação e se preparar para alfabetização.
Seu mundo é fantástico cheio de imaginação, consegue entrar e sair das histórias, criar e recriar. Sua alma é livre de pré-conceitos, brinca com qualquer criança, seja pobre, rica, branca, negra, não faz discriminação.
A criança precisa do brinquedo, do lúdico, mas nem sempre encontra isto em casa, seus pais na maioria das vezes estão cansados, preocupados, desgastados depois de um dia de trabalho.
O que geralmente acontece, quando os pais não conseguem participar do mundo infantil, por falta de interação corpo a corpo, por falta de participação nas brincadeiras dos filhos, os pais compram brinquedos para substituir as faltas, brinquedos modernos de alta tecnologia, achando que assim conseguem suprir o brincar.
Engana-se quem pensa desta forma, a necessidade da criança é primitiva e
primordial, precisa do contato, do interesse, da participação. Fazem questão do
prazer, relações que constituem a essência psicológica da criança. Se sentem
seguras, amadas, e felizes quando seus pais participam do seu mundo.
Quem não se lembra das brincadeiras de roda, passa anel, pula corda,
amarelinha, pula mula, bolinha de gude... Essas doces lembranças , nos faz
retornar a infância, onde tudo era possível, onde a nossa fantasia rolava
solta, onde tudo era alegria e o mundo era cor de rosa.
Dentro do histórico de cada um sempre existe boas recordações desta época, das
brincadeiras e das fantasias onde tudo conseguiam realizar. Foi brincando
que crescemos e nos tornamos responsáveis. A recreação, o brinquedo, os
jogos e as fantasias, são formas saudáveis
de aprender. Para criança brincar é coisa séria, tão importante quanto
seu alimento, seu descanso.
É através das brincadeiras que ela se solta e trava conhecimento com o mundo.
CLÉLIA MARILIA HEUSSER AZEREDO
Psicóloga, Psicoterapeuta Junguiana & Psicopedagoga.
CURSO - Sandplay Caixa de Areia para Psicopedagogos.
Venha participar, estou lhe esperando, não perca esta oportunidade...
CURSO PRESENCIAL
Clélia Marilia Heusser Azeredo
quinta-feira, 30 de junho de 2022
"Eu não sou o que que aconteceu comigo eu sou o que escolho me tornar” (C. G. Jung)
A mulher é um ser único, diferente e especial;
É o protótipo do AMOR, da doação;
Mas, não só;
É também a esperança;
A vida;
A luz;
É viver na profundidade do SER;
Que brilha no universo.
Você mulher!
Precisa SER antes de TER
Precisa ENXERGAR antes de VER
Olhar, analisar e avaliar;
Um olhar mais humano e caloroso;
Com o intuito de perceber e não só VER.
Ser completa e integrada;
Para poder RECEBER antes de se doar;
Para poder VER e não só enxergar;
Para poder SER e não só ter
Difícil, mas não impossível;
Fácil, mas não acessível;
Custoso, trabalhoso, mas gratificante.
Minha homenagem as todas as mulheres, inclusive Eu
quarta-feira, 8 de junho de 2022
SANDPLAY CAIXA DE AREIA realizado com a criança.
Quando a criança centra sua atenção para a Caixa de Areia, e sente-se inteira e participativa, está contextualizando seu universo. O brincar faz parte da essência de toda criança. É brincando que consegue construir, organizar e direcionar uma ideia, um pensamento. Ela está estabelecendo bases para um desenvolvimento bio-psico-social adequado. Esse é um dos momentos que a criança consegue integrar de forma harmoniosa todas as suas funções: sensação/sentimento/intuição e pensamento, indo além da aprendizagem cognitiva do conhecimento, é o despertar da consciência do SER.
A Psicopedagogia aborda
varias e diferentes teorias que procuram explicar e trabalhar o desenvolvimento
do indivíduo, tais como: Psicologia, Neurologia, Fonoaudiologia,
Psicomotricidade... Buscando integrar no
seu trabalho diferentes aspectos que possam ajudar o APRENDIZ desenvolver-se
adequadamente.
A principal função do
psicopedagogo é ajudar o aprendiz a construir, ajustar e se necessário refazer
e resinificar seu processo construtivo da aprendizagem. Em busca desta
eficiência de trabalho, ele faz uso de vários e diferentes recursos que integra
com o seu jeito de visualizar e interpretar conhecimento.
Pensando deste jeito
podemos entender a importância do trabalho na Caixa de Areia, onde o aprendiz
vai poder vivenciar suas ideias, sentimentos e sensações no contexto da caixa
sentindo-se protegido.
Na Caixa de Areia, no
processo Sandplay eu percebo que a criança adora participar da atividade, tem muita
facilidade de expor seus sentimentos e sensações construindo aquilo que é
solicitado, sente -se muito bem e à vontade em criar uma história, contar um fato, montar
uma ideia. Esse registro que a criança constrói na Caixa de Areia, demonstra
como pensa, sente, seus valores e conceitos.
A partir do trabalho
em Sandplay, podemos de alguma forma ajudar a criança se organizar internamente,
avaliar o que está acontecendo com o seu emocional e perceber como ele interfere no
cognitivo.
Podemos também trabalhar com a Caixa de Areia no
processo de intervenção, ajudando a criança se auto perceber, se organizar e
reorganizar suas ideias e pensamentos.
A CAIXA DE AREIA – O PROCESSO SANDPLAY é uma forma lúdica e espontânea de trabalhar tudo aquilo que não está bom, seu emocional, seu cognitivo sem que o aprendiz ou paciente se sinta constrangido, ajuda-o resinificar conceitos e valores.
segunda-feira, 6 de junho de 2022
Eu, Clélia Marilia adoro o que faço, sou muito observadora, gosto de avaliar comportamentos, sou uma pessoa simples e didática, adoro o lúdico, gosto de gente, de pessoas de qualquer idade, sempre gostei de escutar, conversar e escrever. Por isso escrevi alguns livros que levam um pouco da minha experiência profissional de uma forma lúdica, brincando com as ideias e pensamentos, procurando transmitir aquilo que acredito e pratico, porque acho que os valores e a educação estão muito inter-relacionados, não consigo ver um sem perceber o outro. Durante toda minha carreira profissional procuro auxiliar o ser humano na sua busca afetivo e no seu equilibrio emocional. Faço uso de vários e diferentes recursos, que facilitam e possibilitam ao profissional um melhor entendimento e compreensão do ser humano.
Endereço profissional : Rua Aureliano Leal, 492 - Bairro: Água Fria- CEP 02334-091
Manual Psicopedagógico "Sandplay Caixa de Areia"
Sandplay Caixa de Areia é um método, uma técnica projetiva, criada por Carl Gustav Jung, e adaptado por Dora Kalf para crianças dentro do processo psicoterapêutico.
É mais um recurso para avaliarmos a criança, o jovem e o adulto de forma indireta, livre, lúdica e espontânea.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022
REFLEXÃO DO DIA!!!
Você que é um profissional atualizado e trabalha com avaliação Psicológica, Psicopedagógica, Neuropsicológica, não pode perder está oportu...
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