Quem sou eu

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Uma pessoa especial e abençoada, tenho uma familia maravilhosa que eu amo do fundo do meu coração. Faço o que gosto e acredito, gosto do que faço, sou muito feliz em poder compartilhar com as pessoas tudo aquilo que sei, meus valores, conceitos ideias e ideais. Psicóloga Clínica, Psicoterapeuta Junguiana, Psicopedagoga, Orientadora profissional, interessada em divulgar idéias, trocar experiências profissionais, aprender e reciclar.

segunda-feira, 3 de junho de 2013


Casamento
Quem está fora quer entrar e quem está dentro quer sair.
Por que será que isto acontece?
Existem várias alternativas... Primeiro a pessoa apaixonada não vê os defeitos do outro, só consegue avaliar o lado bom e quando vê os defeitos deixa para lá, acha que pode mudar o outro. Doce ilusão, ninguém muda ninguém, o outro só muda se quiser, é assim que a maioria dos casais se comporta.
Existe também a ilusão do casamento, a vontade de ter suas coisas, de sair de casa, de ser independente da família de origem e formar a sua própria  família.
Formar a sua família é objetivo de todo ser humano, quer ter um amor, um companheiro, amigo, filhos...
Só que às vezes escolhem o primeiro que aparece, não estão preparados para fazer uma seleção na ilusão que tudo vai dar certo se envolvem dando tudo de si  esperando  tudo do outro, “aí fica difícil”, porque a expectativa e sua e não dele (a), também  tem aqueles que escolhem muito, nada está bom, procuram demais e ficam sozinhos.
Tudo na vida tem que ter bom senso, um equilíbrio, precisa-se sempre avaliar os prós e os contras, a paixão não tem razão é desmedida. O amor é construído, aceitando o outro como ele é. No casamento tem horas que você precisa ponderar, não dá para ser sempre o que você acha, precisa também saber escutar.
Quando existe amor tudo que é difícil passa ser mais fácil, são dois construindo uma nova história.
Não seja impulsivo (a) não seja agressivo (a) avalie com segurança tudo que você quer e acredita ser certo, mas também dê a mesma  oportunidade para o seu companheiro e seja feliz. Isso é só o começo...
Cmha/junho 2013
 
 
 
 
Casamento – reflexões publiquei no face book – 13/05/13
Antigamente existia um período necessário para conviver com o namorado, conhecê-lo, saber do que gosta, como se comporta, quais os seus valores... Antes do casamento.  Esse período chama-se “noivado”.
Realmente era um período de aproximação, tanto dos namorados como das famílias. Era um tempo necessário para uma nova adaptação.  Neste período os namorados discutiam se queriam filhos ou não, quantos queriam, como criá-los, era feito um projeto da nova vida, também um período de maior aproximação entre eles, maior conhecimento, das manias, dos  hábitos... Existia mais liberdade concedida pelos pais, à vigilância era menor, os pais eram mais condescendentes, os noivos podiam ficar mais tempo juntos e sozinhos.
Quando eu falo “antigamente” não é tão longe assim, é um antigamente meio recente, questão de uns 80 anos atrás.
Esses valores eram respeitados, a sociedade exigia que assim fosse , mas nem sempre isso era respeitado. Como tudo na vida tem quem consegue e quem não consegue. Hoje em dia parece que começamos os relacionamentos de trás para frente. Tudo acontece mais rápido, inclusive os filhos. Eu não sei se é bom ou ruim, só que é diferente, os jovens tem que assumir responsabilidades muito cedo, quando não fogem.
Seria muito bom que houvesse um meio termo, nem tanto a terra nem tanto ao céu. Que os valores fossem valorizados, quem sabe um dia encontramos o equilíbrio social e pessoal. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Casamento e valores... (já publiquei no face)
Os valores hoje em dia estão muito diferentes, existe uma super valorização das vontades pessoais. O namoro mais intenso, um noivado não muito longo, isso quando ocorre.
Como tudo na vida vai e volta, parece que os valores não seguem este padrão, só vão e Não voltam. As mudanças são aceleradas e ajustadas aos valores pessoais mais convenientes.
Muito triste.... Por isso vemos tantos casamentos desajustados e desfeitos, desentendimentos constantes, um não tolera o defeito do outro, só quer conviver com as qualidades, não tem paciência com as dificuldades do parceiro (a).  Não entendem como ele (a) mudou tanto, não era deste jeito antes do casamento. Será?
Os jovens hoje em dia estão mais mimados pelos pais, que tem medo de não ser amado por eles, então: realizam todos os desejos dos filhos mesmo que isto custe um sacrifício, dando um falso valor que  eles podem tudo.
Não aprendem enfrentar os problemas e contornar as dificuldades. Tolerância ZERO. Sem contar que já entram no casamento com outra mentalidade, “ se não der certo, separa”. Tudo bem enquanto são só eles dois, mas quando existem filhos não dá para ficar fazendo experiências, existe muita responsabilidade com a nova família.
O que acontece é que o jovem está muito ansioso de ser feliz, não consegue esperar o tempo suficiente para conhecer o companheiro (a), atropelam os conceitos e valores, pulam etapas. Tudo na vida tem uma conseqüência, se agirmos de uma forma teremos uma resposta, se agirmos diferente teremos outra resposta.
O que antes era respeitado pelos casais de namorados (sexo antes do casamento)  hoje em dia caiu por terra. É como dizem os jovens, estamos fazendo o teste drive. A magia do casamento é vivenciada antes do acontecimento.
Está na hora de repensar estes conceitos, agir com mais responsabilidade, não atropelar valores. Aí sim a “família” vai estruturar-se sobre uma base sólida. Pensem antes de agir, tem hora que a ordem dos fatores muda o resultado.
 


Casamento... (publiquei no blog) 13/05/13

Por que terapia de casal?

A terapia de casal existe para trabalharmos o relacionamento entre eles. Quando os casais se desentendem, não conseguem ajustar-se, não percebem o que está atrapalhando no relacionamento, estão prestes a se separar normalmente procuram ajuda.

A terapia de casal é uma excelente reflexão sobre os motivos (causas) dos desentendimentos.  Não significa que você vai fazer terapia e vai ter que ficar com o parceiro (a) ou se separar,  mas é um descobrimento a dois e o resultado vai depender da decisão dos dois.

O terapeuta precisa ser imparcial, entender que não está tratando ele ou ela, mas o “ relacionamento no casamento”. O seu foco é diferente do foco de uma terapia individual, mas significa que se for preciso vai fazer colocações pertinentes ao momento, reflexão adequada à situação em questão, vai trabalhar os valores do casal.

Quando você tem certeza que ama seu parceiro (a) é muito importante acreditar no relacionamento e se dar a oportunidade  de fazer uma terapia de casal para entender o que está acontecendo. 

O que percebo é que o jovem entra no casamento com a ilusão e a fantasia que tudo vai ser do seu jeito, e que quando um dos parceiros pensa diferente antes do casamento, depois muda. Doce ilusão, ninguém muda ninguém se o outro não estiver de acordo.  

 
 
cmha/junho 2013

 


Todos os dias nós mudamos um pouco, sempre levantamos diferentes. Estamos em constante transformação.

Não devemos esperar que as coisas também continuem sempre do mesmo jeito que programamos tudo muda, então temos que renovar nossos pensamentos e nossas atitudes todos os dias.

Sempre nos dando a oportunidade de renovar nossas energias e transformar nossos sentimentos. Tudo que é muito rígido, inflexível, nos deixa petrificada.

A VIDA é uma oportunidade que temos de fazer diferente, de aprendermos sempre. Quando você segura idéias pensamentos e sentimentos, você não permite que “COISAS” mudem você continua sempre do mesmo jeito, não se dá a oportunidade de ser feliz.

Seus pensamentos e sentimentos tornam-se como uma lagoa, água parada, sem perspectivas, sem esperanças, tudo fica um tédio e estagnado.

Não tenha medo da transformação, não tenha medo de fazer diferente, não tenha medo “DE VIVER”.

Viver é se arriscar, usufruir de tudo que podemos e queremos.

Viver é criar, é sonhar e construir novas possibilidades e oportunidades.

Viver é a possibilidade de SER...

SER feliz, amado, forte, produtivo, amigo, irmão...  Apenas SER.

 

 

 

... Sorrimos porque nos permitimos perceber cada pequeno gesto que nos faz mais feliz.

Sorrimos porque somos sim feitos de sentimentos, e esses mesmos sentimentos estão escritos em cada demonstração de afeto, de carinho, de raiva, de saudade, de dor, de amor pelas quais passados. E vivemos.

Mas se vamos ter essas marcas, se vamos nos deixar levar pelo tempo, que pelo menos saibamos a sutil diferença entre simplesmente deixar a vida acontecer...

...E fazer parte da vida acontecendo.

                A vida é uma verdadeira colcha de retalhos, cheia de altos e baixos, com ruas estreitas e apertadas.
       Ninguém sabe bem ao certo qual é o seu verdadeiro significado, estamos sempre procurando motivos para entender o que viemos fazer... Estamos sempre escondidos dentro de nós mesmos.
      Nunca encontramos as respostas que estão nas entrelinhas do dia a dia. Cada pessoa tem a sua estrada que pode ser coberta de flores ou de pedras, dependendo do seu jeito de ser e de conduzir as coisas. Somos todos  uma incógnita.
     Podemos entender que viver é um milagre, que somos contemplados pelo criador, que nos deu a oportunidade de sermos a continuidade da essência divina.
   “Deus” essência divina, palavra doce e universal, cheia de mistérios que deu a luz as trevas.
    Somos todos passageiros da eternidade, conduzindo a vida com o intuito de desvendarmos o mistério da nossa  existência e essência.
“Vida”, expressão do amor do criador.
         A espiritualidade envolve a percepção do espírito, permite a compreensão mais humanizada da natureza essencial da alma.
 
Falar da espiritualidade envolve conceitos desconhecidos, não reais, que pertencem ao imaginário “DEUS” UM SER CRIADOR DO CÉU E DA TERRA, que nunca foi visto, que nunca foi registrado como real, só na história bíblica. Segundo o espiritismo “DEUS é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas”.
É como acreditar na fantasia, no desconhecido, NA ESTÓRIA, no NÃO palpável, envolve FÉ.
E cada pessoa tem a sua...
Por isso esse tema é muito discutível, não existe o certo e o errado, existe o que você acredita como certo, aquilo que sua alma entende como possibilidades, aquilo que faz você ter “FÉ”.
O homem precisa acreditar em algo, precisa entender que existem coisas que não têm explicações E QUE NÃO PRECISAM SER EXPLICADAS E merecem ser respeitadas na sua forma de entender.
cmha/junho 2013
 
 

Tem momentos na vida que o homem precisa decidir entre o SIM e o NÃO...

Fazer escolhas verdadeiras e acertadas. A roda da vida está sempre em constante movimento, um dia estamos em cima outro em baixo, não dá para ficar parado esperando as coisas acontecerem, tudo depende do movimento que você dá para a sua roda da vida.

Todos  estamos em constante movimento, uma hora em cima, outra hora em baixo, decidindo entre o bem e o mal, decidindo entre ficar e andar, sempre decidindo alguma coisa, é este movimento que nos dá a sensação de liberdade e de ação.

O homem precisa deste movimento para sobreviver, caso contrário se vê sem possibilidades, sem motivação para continuar.

 Esse é o maior dilema do SER HUMANO, a busca constante do bem estar, do sucesso e da felicidade.  Na roda da vida a decida sempre parece ser mais fácil e ao mesmo tempo difícil, depende do olhar de cada um. Tudo depende do seu movimento interior.

Os problemas as dificuldades que encontramos pelo caminho servem para mostrar que temos força suficiente para resolvê-los. Somos seres especiais, filhos do criador.

Acredito que todo este movimento está interligado com a palavra AMOR, sempre que temos como objetivos  bons princípios, com certeza teremos um bom retorno de tudo que realizamos.

Cmha/junho
/2013


 

            

 

 

 

 

 

terça-feira, 28 de maio de 2013

Estou adicionando este texto escrito pela minha irmã do coração, amiga profissional, achei excelente e pertinente. Espero que todos vocês gostem...



A GRANDE BUSCA...

 

Desde o nascimento, buscamos o equilíbrio de nosso interior com o nosso exterior, muitas vezes, não temos consciência, mas esta é a nossa grande “jornada”... !!!

O organismo (físico/psíquico) faz parte do “todo” (micro/macro)... estamos interligados...sabemos disso...mas, às vezes, esquecemos... E de alguma forma (indivíduo/coletivo) seremos alertados... ”o desequilíbrio” vem para retomarmos o “nosso verdadeiro caminho”...quando não nos conscientizamos...vem a “dor” (físico/psíquico).

O ser humano nasce já “pré-moldado”, através da genética e da “herança emocional”, resultado de nossos antepassados. É como se nascêssemos com um “rascunho” anexado em nós, um “script”... E aí o que vamos fazer com “isto”... é  outra estória...!!!

Um dos mecanismos psíquicos que buscam o equilíbrio é a atividade “onírica” (sonhos), que ocorre independentemente de nossa consciência.

O sonho arquetípico é o “nosso mito”, o coletivo dentro de nós... Ele nos “fala” o caminho que devemos percorrer, para sanear os nossos desequilíbrios... É o “divino” dentro de nós...ampliando a consciência...dando significado à vida...reconhecer e entender a nossa alma...

“Os sonhos nos mostram como encontrar um sentido em nossas vidas, como cumprir o nosso destino e realizar o potencial maior de vida que há dentro de nós” (Marie-Louise Von Franz).


Rita Aparecida Massucato - Psicoterapeuta Junguiana

segunda-feira, 13 de maio de 2013


Casamento...

Por que terapia de casal?
A terapia de casal existe para trabalharmos o relacionamento entre eles. Quando os casais se desentendem, não conseguem ajustar-se, não percebem o que está atrapalhando no relacionamento, estão prestes a se separar normalmente procuram ajuda.

A terapia de casal é uma excelente reflexão sobre os motivos (causas) dos desentendimentos.  Não significa que você vai fazer terapia e vai ter que ficar com o parceiro (a) ou se separar,  mas é um descobrimento a dois e o resultado vai depender da decisão dos dois.
O terapeuta precisa ser imparcial, entender que não está tratando ele ou ela, mas o “ relacionamento no casamento”. O seu foco é diferente do foco de uma terapia individual, mas não significa que se for preciso vai fazer colocações pertinentes ao momento, reflexão adequada à situação em questão, vai trabalhar os valores do casal.

Quando você tem certeza que ama seu parceiro (a) é muito importante acreditar no relacionamento e se dar a oportunidade  de fazer uma terapia de casal para entender o que está acontecendo, o por que tanto desentendimento.
Os valores precisam ser ajustados e transformados. Não dá para estar casado (a) e agir como se fosse solteiro (a) com os seus valores individuais e achar que os valores do seu companheiro (a) não tem o mesmo valor que o seu, não dá para impor idéias e ideais. Tudo precisa ser construido junto... Tem horas que precisamos prestar mais atenção no outro (a) e lhe dar um voto de confiança, sem esquecer -se que foi você que o (a) escolheu. Por que antes tudo bem e agora não... 
O que percebo é que o jovem entra no casamento com a ilusão e a fantasia que tudo vai ser do seu jeito, e que quando um dos parceiros pensa diferente antes do casamento depois muda. Doce ilusão, ninguém muda ninguém se o outro não estiver de acordo. 
 
Ser feliz no casamento depende do casal, não só dele ou dela. A família é o bem maior que conquistamos na vida. Precisamos do outro para nos realizar. 

terça-feira, 2 de abril de 2013


*      Aprendendo sempre

A criança é um ser em evolução, precisa de normas e regras para não sentir-se perdida e sem chão. A educação é a principal referência que as pessoas podem transmitir aos filhos. Educar significa amar, cuidar, orientar, delimitar, instalar valores.

Hoje em dia, estes valores estão muito flexíveis, podemos até dizer sem referências. As pessoas não sabem mais o que está certo ou errado, tudo pode, cada um dá uma interpretação conveniente para o que acredita.

Os parâmetros estão elásticos, conforme a necessidade da família. Por isso vemos famílias confusas, desintegradas e desestruturadas.

Não é o momento de criticar, mas de pontuar, refletir e corrigir. Podemos e devemos cuidar das crianças com mais carinho e prestar mais atenção no que queremos passar e deixar como herança, a satisfação imediata traz ansiedade, angustia e felicidade passageira.

Por isso as regras e limites não são atitudes arcaicas; do tempo da vovó e do vovô, elas precisam existir e fazer parte do dia a dia das crianças e dos jovens. Eles não gostam, chantageiam, choram, fazem manha, tentam driblar os pais e educadores, mas precisam do ” NÃO” de vez em quando. Este os ajuda sentirem-se fortes e íntegros, amados e protegidos, apesar de espernearem um pouco.

É dolorido, claro que é pai e mãe não gosta de se sentirem bruxos, monstros... e culpados. Ficam sentidos e ressentidos quando precisam corrigir, sofrem junto com os filhos.

Hoje em dia o que eu percebo é que eles precisam sentir-se mais amigos do que educadores precisam ser heróis e companheiros; tudo por causa do ritmo da vida atual que provoca um distanciamento físico e emocional invertendo os valores, não que isto seja errado, mas, tem hora e momento para tudo para tudo.

Educar significa estar junto, acompanhar suas atividades, controlar o que estão vendo e aprendendo, perceber como estão se sentindo, o que estão precisando, deixar que demonstrem o que estão entendendo e como estão entendendo, vigiar suas companhias, saber com quem estão e o que fazem. Não é deixar para lá e depois  ver como fica é mais difcil corrigir do que ensinar.

A criança e o adolescente percebem quando estão sendo valorizados e amados, não é apenas exigir e corrigir, é agir da mesma forma que você educa.

Educar dá trabalho, mas, é gratificante, não existe nada melhor do que colocar a cabeça no travesseiro e dormir tranqüilo com a boa realização do seu trabalho como educador.

O sucesso dos filhos é a gloria dos pais.


sábado, 30 de março de 2013

Como podemos vencer na vida...


Todos precisam se organizar criar metas e objetivos para poder chegar a algum lugar.
Quem não sabe o que quer não chega a lugar nenhum.
            O homem precisa dar um sentido a sua vida, criar um caminho, um horizonte para poder evoluir tanto profissionalmente como em outras áreas do comportamento humano, tais como: área afetiva- emocional e social, que estão interligadas a sua auto-estima.
            Não dá para ser feliz se você não acredita no seu potencial, nas suas realizações, se você não está bem emocionalmente, se seus relacionamentos estão truncados. Para que as coisas aconteçam você primeiro precisa ACREDITAR naquilo que você quer e no que você pode fazer. Não existe sorte e milagres, tudo são resultados de muito esforço e dedicação.
Viver é ter um conjunto de comportamentos e atitudes que podem favorecer ou prejudicá-los na vida.
            Sucesso no meu ponto de vista está vinculado ao seu esforço e  organização,  criar metas e objetivos é imprescindível .  Quanto mais próximas forem as metas da sua realidade mais fácil de atingi-las.
Como estabelecer metas?  
·         Nada pode ser muito exagerado e intenso, porque se corre o riso de se perder o interesse;
·         Nem muito pequeno, porque se corre o risco de desvalorizar o objetivo;
·         Precisa ter metas e objetivos claros e definidos; ( precisa saber onde quer chegar, se não vai para qualquer lugar, ou não sai do lugar...)
·         Precisa ser concisa e coerente;
·         Precisa estar dentro das suas possibilidades;
·         Precisa de prazos determinados conforme o seu empreendimento e disponibilidade;
 
            Por que é tão difícil trabalhar em cima de metas?
·         Porque as pessoas têm medo de correr riscos, (é um salto no escuro) significa aprender trabalhar e lidar com sentimentos de frustração, depressão, desânimo, sensação de impotência/ prepotência...;
·         Significam mudanças, pessoais, profissionais, emocionais;
·         Significa transformação; 
·         Significa medo de trabalhar também com a possibilidade do dar certo, e aí o que eu faço com o que vem depois..., de não saber como agir com o sentimento de satisfação que vem junto com o sucesso, representa trabalhar conflitos...,
·         Significa não dar crédito para o pessimismo que ocorre na maioria das pessoas quando percebem que vão ter que se esforçar muito para darem certo (dá trabalho); 
·         Significa acreditar no seu potencial...
·         Representa trabalhar os medos, será que você quer?
O medo faz parte da VIDA, ele precisa existir é o seu referencial, ajuda VOCÊ escolher o caminho mais correto. O que você não pode é deixar ele dominar suas atitudes e decisões e direcionar de forma negativa a sua vida.
                        Como  conquistar as metas?
·         Nunca desistir no primeiro obstáculo;
·         Perseverança é a palavra chave;
·         Olhar para as dificuldades como um novo desafio e nunca como um obstáculo;
·         Acreditar, acreditar, sempre acreditar... você esta aqui para aprender e refazer, criar, renovar e reciclar.
 
cmha/março/2013
 
 

terça-feira, 5 de março de 2013

 

Espiritualidade entende-se como o envolvimento do homem com seus sentimentos mais profundos de amor e respeito. O acreditar em algo maior, em um Deus, para mim, vai além do conceito de religião. Envolve um sentimento puro de amor ao “Si mesmo” e ao próximo que não precisa exatamente estar vinculado a uma entidade religiosa.

A Psicologia precisa da espiritualidade, sendo que a “espiritualidade está vinculada a tudo que é de natureza subjetiva do ser humano no seu aspecto psíquico, não material, transcendentes às concepções físico energéticas, distanciado do causalismo fisiológico,muito embora interferindo nele” Adenáuer Novais.

Copiei esta frase do artigo anterior, ESTÁ NO ESTUDO DA PSICOLOGIA E ESPIRITUALIDADE de Adenaúer Novais, ela explica como entendo espiritualidade.
            Percebo que hoje em dia existe uma competição velada entre os grupos religiosos, cada um deles quer puxar a sardinha para o seu prato, mas não é bem assim, falar de espiritualidade é entender o que entendemos como sagrado.  Sagrado não é religião. A religião é uma forma, um veículo que você tem para  expressar como  entende o sagrado.
 A espiritualidade envolve a percepção do espírito. A espiritualidade permite a compreensão mais humanizada da natureza essencial da alma.

Entendo que a psicologia estuda o comportamento do ser humano, sua essência que busca a interação com seu EU maior “SELF”, para que tudo possa acontecer é preciso entender que existe dentro de cada um a essência.  Sua essência, que no meu entender vai sendo desenvolvida durante várias encarnações se assim pode-se dizer, o homem está evoluindo no tempo e trás consigo nos seus genes  resquícios de gerações passadas... Aí podemos entender os arquétipos, que são conceitos e valores psicológicos e sociais herdados. “Possibilidade herdada das idéias” elementos primordiais da estrutura da psique humana.
“O caminho da iluminação tem um paralelo direto com a busca do Self (Eu maior) com a terapia, com o conhecimento do Si mesmo. A busca do seu Deus interior. Pressupõe a descoberta individual dos seus limites, das suas dificuldades, da forma como cada um pode transformar sua vida. É Se perceber e se corrigir dentro dos seus próprios valores, daquilo que lhe é peculiar. É uma renovação do velho, do que herdamos e trazemos conosco no nosso processo de evolução.” Adenauér Novais.

Falar de espiritualidade é muito complexo, desde que o mundo é mundo existe divergências de idéias, porque falar da espiritualidade envolve conceitos desconhecidos, não reais, que pertencem ao imaginário “DEUS” um ser criador do Céu e da Terra, que nunca foi visto, que nunca foi registrado como real, só na história bíblica. Segundo o espiritismo “DEUS é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas”. Entender e aceitar estes conceitos, é como acreditar na fantasia, no desconhecido, no não palpável, envolve FÉ.
E cada pessoa tem a sua...

Por isso esse tema é muito discutível, não existe o certo e o errado, existe o que você acredita como certo, aquilo que sua alma entende como possibilidades, aquilo que faz você ter  “FÉ”.

O homem precisa acreditar em algo, precisa entender que existem coisas que não têm explicações, que merecem ser respeitadas na sua forma de entender. Aceitar o desconhecido é aceitar seu EU INTERIOR, somos feitos a sua imagem e semelhança...

Cmha/ março/2013

 

 

domingo, 3 de março de 2013


Uma reflexão sobre Psicologia e Espiritualidade   (nº1)


Psicologia é a ciência que estuda o comportamento do ser humano, que considero a ciência da alma, mesmo porque podemos entender que o homem é produto do conjunto de corpo/mente/alma (espírito). Já faz alguns anos que a Psicologia é vista de uma forma mais ampla e estudada além do físico.

Em todos estes anos desde o aparecimento inicial do estudo da psicologia foram desenvolvidas várias teorias que vem sendo registradas dentro das suas respectivas escolas tais como: a teoria Comportamentalista, o Behaviorismo, a Gestalt, a Psicanálise desenvolvida por Freud a Psicologia Analítica desenvolvida por Jung...,  escolas que estudam as relações do ser humano com seu meio ambiente e com tudo que os cerca, procurando entender e investigar como percebem e que significado dão para as coisas que os rodeiam.

            Essa ciência vem se desenvolvendo gradativamente, avançando na descoberta dos fatores estruturais da psique. Hoje em dia temos novas escolas como: Psicologia Humanista e Psicologia Transpessoal.

            A Psicologia Transpessoal  procura entender o homem além do plano físico  em todas as dimensões, mesmo assim estamos muito longe de entender a natureza essencial da alma humana criada a imagem e semelhança de Deus.

Acredito que somos pessoas especiais e que temos a responsabilidade de valorizar a nossa essência. Quando trabalhamos os nossos conteúdos conscientes temos que entender que ele também está carregado de conteúdos inconscientes; além do físico, são os arquétipos, conceitos herdados além vida, conteúdos frutos de uma vida consciente que não cabe na nossa consciência e podem ser provenientes de outras vidas que não a atual, provenientes da memória perispiritual e o aprendizado do espírito.

Consigo entender que existe várias formas de interpretar   espiritualidade. Vejo religião como manipulação política religiosa. Entendo desta maneira porque observo existe uma competição velada entre os diferentes grupos religiosos.  “Eu sou a verdade”( ?)
 
. Espiritualidade entende-se como o envolvimento do homem com seus sentimentos mais profundos de amor e respeito. O acreditar em algo maior, em um Deus, para mim, vai alem do conceito de religião.  Envolve um sentimento puro de amor ao Si mesmo e ao próximo que não precisa exatamente estar vinculado a uma entidade religiosa

A Psicologia precisa da espiritualidade, sendo que a “espiritualidade está vinculada a tudo que é de natureza subjetiva do ser humano no seu aspecto psíquico, não material, transcendentes às concepções físico energéticas, distanciado do causalismo  fisiológico,  muito embora interferindo nele” Adenáuer Novais.

 
Cmha/março de 2013

 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013


 
Ø BRINCANDO E EDUCANDO
“A criança, é um ser em criação. Cada ato é para ela uma ocasião de explorar e tomar posse de si mesma; ou, para melhor dizer, a cada extensão a ampliação de si mesma. E esta operação, executa-a com veemência, com fé: um jogo continuo. A importância decorre de conquista em conquista, uma vibração incessante.”  (Montessori)
A criança é um ser essencialmente lúdico. Tudo para ela é motivo de brincar. O brinquedo faz parte da sua vida, do seu interesse pessoal, do seu desenvolvimento físico/motor, emocional, social e cognitivo.        

Brincando ela aprende relacionar-se, brincando ela aprende a raciocinar, brincando ela aprende a se conhecer, saber do que gosta e do que não gosta, do que consegue realizar.

É pulando, correndo, nadando, fazendo exercícios que estimulam o seu desenvolvimento físico que ela cresce.
É rasgando, desenhando, pintando, pegando as coisas, costurando, amassando, modelando que ela vai conseguir aprimorar sua coordenação e se preparar para alfabetização.

Seu mundo é fantástico cheio de imaginação, consegue entrar e sair das histórias, criar e recriar. Sua alma é livre de pré conceitos, brinca com qualquer criança, seja pobre, rica, branca, negra, não faz discriminação.

A criança precisa do brinquedo, do lúdico, mas nem sempre encontra isto em casa, seus pais na maioria das vezes estão cansados, preocupados, desgastados depois de um dia de trabalho.

O que geralmente acontece por falta de interação corpo a corpo, os pais compram brinquedos para substituir as faltas, brinquedos modernos, de alta tecnologia, achando que assim conseguem suprir o brincar.
Enganam-se quem pensa desta forma, a necessidade da criança é primitiva e primordial, precisa do contato, do interesse, da participação. Faz questão do prazer, relações que constituem a essência psicológica da criança.

Quem não se lembra das brincadeiras de roda, passa anel, pula corda, amarelinha, pula mula, bolinha de gude...
Quem não brincou de casinha, de escolinha, de  médico, de carrinho, de super heroi ...

Estas são algumas  das lembranças agradáveis que nos faz retornar a infância, onde tudo era possivel, onde a nossa fantasia rolava solta, onde tudo era alegria e o mundo era cor de rosa.

Dentro do histórico de cada um sempre existe boas recordações desta épocal. Foi brincando que crescemos e nos torna-mos responsáveis. A recreação, o brinquedo, os jogos e fantasia, são formas saudáveis de aprender. Para criança brincar é coisa séria, tão importante quanto seu alimento, seu descanso. É através das brincadeiras que ela se solta e trava conhecimento com o mundo.

SOLTE SUA CRIANÇA INTERIOR, seja mais feliz sem ser irresponsável.

 Cmha/ fevereiro 2013

Você que é um profissional atualizado e trabalha com  avaliação Psicológica, Psicopedagógica,  Neuropsicológica, não pode perder está oportu...

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